5 de maio de 2017

XXIII Congresso da Causa Real


CONVOCATÓRIA

Pela presente e nos termos dos Estatutos venho convocar o XXIII Congresso da Causa Real, a reunir no dia 3 de Junho, a partir das 10 horas, no Centro de Congresso da Colunata Eventos, Bom Jesus, em Braga, com a seguinte ordem de trabalhos:
10h00 – Credenciação dos Congressistas;
10h30 – Apresentação, discussão e votação do Relatório de Actividades e Contas;
11h00 – Discussão e votação de uma proposta de alteração aos artigos 5º, 12º, 20º, 26º e 30º do Estatuto da Causa Real e artigos 9º e 19º do Estatuto Unitário apresentadas pela Comissão Executiva da Direcção Nacional;
12h00 – Período reservado a apresentação de Actividades e avaliação da situação do Movimento pela Causa Real e Reais Associações;
13h00 – Outros Assuntos.
13h30 – Almoço.
15h00 – Inicio da Conferencia “ Utilidade para Portugal da institucionalização do papel representativo da Casa Real Portuguesa”;
20h30 Jantar Real – Encerramento do Congresso.

Lisboa, 3 de Maio de 2017


O Presidente da Mesa do Congresso


Pedro Quartin Graça


DOM DUARTE DE BRAGANÇA


"EM PORTUGAL TRABALHAR MUITO É QUASE MAL


O que pensa DVISTO"om Duarte sobre este Portugal onde «encalhámos»...
“Os problemas portugueses têm duas raízes principais: a falta de raciocínio lógico que provem da nossa educação e a imoralidade.
A falta de lógica levou a opcções económicas e políticas erradas. A imoralidade permitiu que o orçamento do Estado português perdesse, segundo estudos internacionais, cerca de 5 a 10% por ano para a corrupção. Esses 5 a 10% correspondem ao que provocou o défice e a falência do Estado.
Sem corrupção estávamos provavelmente ao nível da Dinamarca. Um estudo americano diz que, sobretudo a partir de 1974, tomámos sempre as decisões erradas e apesar disso o País prosperou e teve algum sucesso.
Como estaríamos se tivéssemos tomado as decisões certas?”
(entrevista na Revista Sábado nº 661 - 04 Jan 2017)

4 de janeiro de 2017

"EM PORTUGAL TRABALHAR MUITO É QUASE MALVISTO"

DOM DUARTE DE BRAGANÇA
O que pensa Dom Duarte sobre este Portugal onde «encalhámos»...
“Os problemas portugueses têm duas raízes principais: a falta de raciocínio lógico que provem da nossa educação e a imoralidade.
A falta de lógica levou a opcções económicas e políticas erradas. A imoralidade permitiu que o orçamento do Estado português perdesse, segundo estudos internacionais, cerca de 5 a 10% por ano para a corrupção. Esses 5 a 10% correspondem ao que provocou o défice e a falência do Estado.
Sem corrupção estávamos provavelmente ao nível da Dinamarca. Um estudo americano diz que, sobretudo a partir de 1974, tomámos sempre as decisões erradas e apesar disso o País prosperou e teve algum sucesso.
Como estaríamos se tivéssemos tomado as decisões certas?”


(entrevista na Revista Sábado nº 661 - 04 Jan 2017)